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terça-feira, 8 de julho de 2008

Dinâmica do "Nome".

Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.

Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.

Variação: Essa dinâmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.

Dinâmica da " Qualidade".

Material necessário: Pedaços de papel e 1 caneta para cada participante.

Cada um anota em um pequeno pedaço de papel a qualidade que acha importante em uma pessoa.

Em seguida todos colocam os papéis no chão, virados para baixo, ao centro da roda. Ao sinal, todos devem pegar um papel e em ordem devem apontar rapidamente a pessoa que tem esta qualidade, justificando.

"Tiro pela culatra".

Essa dinâmica, é desenvolvida da seguinte forma.

Todos em círculo, em uma grande roda. O líder explica a dinâmica que deve ser dito o seguinte: Cada um deve escolher para a pessoa do lado direito, uma tarefa para que essa execute.

Quando todos tiverem escolhido a tarefa, o líder dá um novo comando:
Cada pessoa deverá praticar a tarefa, exatamente como foi escolhida para o colega da direita.

É uma dinâmica bem engraçada e é muito utilizada como "quebra gelo ".

Vassoura.

5 pessoas ou mais.

Cada um pega uma vassoura e começa a "varrer" da sua vida coisas que não quer mais.

Objetivo:

Ter a oportunidade de conhecer o coração dos membros para que possam estar orando pelo outro e também um período de alegria, pois sempre tem um que "varre" de forma engraçada ou diferente!

A Visão Celular da Videira.
















Por muito tempo, a igreja recebeu uma influência do clericalismo que impedia o pleno funcionamento e crescimento do Corpo de Cristo. Mas como uma igreja em células, temos oportunidade de desenvolvermos e sermos produtivos.

Entendemos que nossos dons devem ser usados para edificação dos outros membros, ou seja, devemos produzir e não simplesmente consumir. Cada crente é um ministro; portanto, declaramos assim a visão da Videira: “Nosso encargo é edificar uma igreja de vencedores, onde cada membro é um ministro e cada casa uma extensão da igreja, conquistando, assim, a nossa geração para Cristo, através de células que se multiplicam uma vez ao ano”.


As células não são mais um programa ou departamento. Elas são o modelo da Igreja do Novo Testamento, que reflete membros aliançados e frutíferos. Fazemos mais do que convertidos. Fazemos discípulos com ramos que dão frutos. Isso acontece de forma espontânea quando cristãos genuínos se reúnem e dispõem seus dons na escola, no trabalho, em casa, na família. Dessa forma, cada crente é um ministro e cada casa torna-se uma extensão da igreja.


Quando crentes frutíferos vivem uma vida de testemunho além das quatro paredes e dispõem seus dons na escola, no trabalho, em casa, na família. Dessa forma, cada crente é um ministro e cada casa se torna uma igreja.


Quando crentes frutíferos vivem uma vida de testemunho além das quatro paredes do prédio de reuniões e assumem a postura de ministros, em todo lugar e a todo o momento, acontece uma revolução e as vidas começam a ser conquistadas. Temos conquistado assim nossa geração para Cristo.


Nós somos uma igreja em células. Mais do que uma mera estrutura ou um modelo, as células, em nossa igreja, são vividas no dia-a-dia. As pessoas não precisam ser convencidas, mas atraídas pela liberdade, sem temores de desenvolver o pleno potencial como membro ativo no Corpo. Na célula falamos uma mesma linguagem e há uma unanimidade santa de propósito entre nós. Em nosso coração sentimos que estávamos voltando aos primórdios da igreja do primeiro século.

Estudos.

Vencendo os dardos do inimigo - Parte 1.

Estudo n° 1.



Aps. Renê e Ana Marita Terra Nova.


Quando entramos no reduto do inimigo sem o consentimento de Deus, nos envolvemos em armadilhas. Por isso temos que treinar a fé e vigiar o tempo todo, porque o diabo sempre está procurando uma chance para nos atingir, nos "flechar".

Exemplos de dardos
O desânimo, a incredulidade, a presunção (pensar que se sabe tudo, nunca estar aberto para aprender), a empáfia (orgulho), a indiferença são tipos de flechadas.

Um dos alvos mais visados pelo diabo são os jovens. Um rapaz é flechado, por exemplo, quando se envolve com uma moça que, tanto ela quanto seus amigos não têm bom testemunho. Antes que o diabo intente algo, o jovem deve atingi-lo.

Quem trabalha na área da música, louvor, adoração deve dobrar a vigilância, porque o inimigo tem um interesse específico em atingir pessoas com o ministério da música e dança.

Satanás também sabe a importância da comunicação e cuida para que ela chegue ao receptor de maneira errada. A comunicação com palavra ungida, de vida, é imprescindível para se conquistar todos os membros da sua casa. Cuidado com o que você fala. Deus nos chamou para flechar e não para sermos flechados. Portanto, precisamos saber quais as armas para se obter a vitória:

Vigilância - Jesus disse: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. Devemos estar atentos, vigilantes dia e noite, para não cairmos nas ciladas do inimigo. A palavra cilada significa escândalo que, no original grego quer dizer buraco com flechas pontiagudas, onde a pessoa desatenta cai e, se não morre, fica ferida. É como se fossem as minas de guerra de hoje, onde a vítima pisa e tem que ficar parada porque, se tirar o pé, a mina explode e a pessoa morre. Então, o indivíduo fica "escravo" da cilada, até que venha alguém para socorrê-lo.

Estar sob uma cobertura - Precisamos de um escudo e de um Escudeiro, Jesus, para tomar nossa causa. Devemos trazer no nosso espírito a consciência profunda que somos líderes e estamos debaixo de liderança e não seremos flechados, por que estamos protegidos.

Ter fé - O Senhor disse: "Sobre tudo tome o escudo da fé, com o qual você poderá apagar os dardo (as flechadas) do inimigo" (Ef 6:16). Pela fé se vence o inimigo.

Vencer os traumas e encerrar argumentos - Observe o currículo do rei Josias: o bisavô, Ezequias, era temente a Deus, mas, apesar de ser um rei de ações aprovadas, era muito ferido nas suas emoções. Ficou doente e o profeta Isaías lhe disse: "os teus dias estão contados". Ezequias chorou amargamente e pediu a Deus que ficasse curado. Deus lhe deu mais quinze anos de vida e, neste período, se tornou um rei soberbo (Is 38).

Ezequias gerou Manassés, que desagradou em extremo a Deus, levantando altares a ídolos falsos, poste-ídolos e restaurando todo nível de idolatria e paganismo. Um dia, "deram uma boa surra" nele: acabou preso pelos assírios e levado para a Babilônia com um gancho no nariz e cadeias de bronze. Com isso, Manassés criou vergonha, se converteu e começou a pensar no Deus de Israel (2 Cr 33:1-20).

Amom, filho de Manazssés, teve um reinado pior do este. Construiu muito mais altares, levantando poste-ídolos, e não se humilhou diante de Deus. Foi um rei tão mau que acabou sendo assassinado em casa pelos próprios oficiais (2 Cr 33;20-25).

Finalmente, Amom é sucedido pelo filho, Josias, que nasceu com o estigma de ser membro de uma família dessas.

Tudo aquilo era uma carga sobre o jovem rei. Imaginem uma criança com um histórico monárquico difícil desses e, ainda por cima, tendo que ouvir frases do tipo: "Esse aí é filho de Amom, misericórdia! Ele é neto de Manassés! Ah, o bisavô dele foi aquele que 'choramingou' pra viver mais e estragou Israel, gerando um negócio desses chamado Manassés!". Isso é traumático, principalmente para uma criança!

Mas a Bíblia diz que Josias tinha um coração reto e buscou o Deus de Israel e não os deuses de seus pais. Com todo o estigma, todos os nomes horríveis que talvez tenha recebido por causa dos seus antepassados idólatras e que foram reis maus, ele conseguiu se recuperar e, mesmo na sua juventude, foi irrepreensível, encerrando todos os argumentos do diabo e se tornando um dos reis mais admiráveis da História. Primeiro porque tinha caráter. Quem seria súdito de um rei de oito anos de idade? Quem votaria num menino de oito anos para governador ou presidente da República? Josias se tornou rei de Israel com oito anos de idade. Com 16 anos, teve entendimento de que Deus era o Deus de Israel (2 Cr 34;1).

Ainda moço, começou a buscar o Deus de Israel, temeu ao Senhor e reconstruiu a casa de Deus. Com dezesseis anos, restaurou todo o país, levantou conselheiros, restaurou o sacerdócio, o ministério profético, os levitas (os músicos da casa do Senhor) e restituiu a festa da Páscoa. Já imaginaram que confiança? Ele disse: "Nenhum altar levantado a deuses falsos ficará de pé. O único que ficará de pé é o altar do Senhor meu Deus, o Todo-Poderoso. Restaurarei a Sua casa, o Seu sacerdócio" (2 Cr 34;3-7).

E Josias fez uma aliança que marcou o seu ministério: celebrou a Páscoa. Ninguém, nem Davi, celebrou essa festa como Josias o fez (2 Cr 35:18). Deus confiou um ministério nas mãos de um jovem de dezesseis anos de idade, que reconstruiu a Páscoa. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Por causa de Yeshua Ha Mashiach podemos ter acesso ao Trono, ratificar as alianças e ter vitórias. Isto é se voltar para o Calvário, para o Messias, para os princípios bíblicos, para a Torá, para os sinos da Bíblia. Quanto tempo faz que você fez uma aliança com Deus? Permaneça fiel e Ele vai lhe honrar. Sem Páscoa não há sucesso nem vitória.

Josias também era um jovem com uma visão madura. No dia em que ele enviou seus súditos à profetisa Hulda, esta lhes disse que por causa do povo, o Senhor puniria toda a casa de Israel, mas porque o rei tinha uma vida irrepreensível, um coração íntegro e se humilhou perante Deus, o Senhor tirou a sentença de morte de sobre Israel e todo o país foi perdoado (2 Cr 34:19-28).

Ser santo - Imagine que Deus está prestes a punir sua família, mas, ao olhar para você, diz: "Ali está meu filho. Por causa dele toda a família receberá graça, livramento e salvação, porque ele é íntegro diante de mim, tem um coração que me ama, puro, reto, temente, próspero nos meus princípios e na minha presença. Por causa dele eu vou poupar toda sua família".

Pois é isso que deve acontecer na sua casa. Alguém da sua família errou, pecou? Se você tem sido um exemplo de santidade, toda a sua família conhecerá o nome do Senhor Deus, o Todo-Poderoso. Então, seja este exemplo e cuidado com os dardos. Como é que está a sua vida? Como vai a sua santidade?

Deus nos levanta hoje como "Josias" para restaurarmos a casa do Senhor. Quando Ele quer entregar algo na mão de alguém, só procura um coração disposto, sem interessar a idade, da criança ao mais idoso. Se houver um coração aberto, Ele cumprirá o propósito. E Deus pergunta: "Por acaso, é o seu coração que está disponível para restaurar esta Nação, começando pela sua casa?”